| » ARQUIVOS | |
| » Contos + recentes » |
| » Contos + antigos » |
|
|
|
|
|
|
|
 |
 |
| » Leia contos de outros autores » |
» Contato: portalcronicascariocas@gmail.com » |
|
|
|
| » CLIQUE NOS TEXTOS PARA ACESSAR "CONTOS" DOS AUTORES ABAIXO |
29.12.08 | O OLHO DE VIDRO DO FINADO ALFREDO - CLÁUDIO B. CARLOS
Da minha coleção de bolitas... |
14.12.08 | DOIS PESOS E DUAS MEDIDAS - CLÁUDIO B. CARLOS
Boa-tarde!...
|
08.12.08 | O CU - CLÁUDIO B. CARLOS
Uma das maiores descobertas que fez, talvez a maior de todas, foi a do cu. A descoberta do próprio cu... |
01.12.08 | CHUVA FINA - CLÁUDIO B. CARLOS
ME SUJEITANDO OS PASSOS
PRESO NO GALPÃO
O PITO... |
24.11.08 | O DESCOBRIMENTO DO CARNAVAL - CLÁUDIO B. CARLOS
aqui as mulheres dançam danças sensuais
com os pudores à mostra... |
17.11.08 | ALÉM DE UM ALDEIA DE AGRICULTORES - S. QUIMAS
Além de uma aldeia de agricultores, distante um dia e meio de caminhada através de estradas sinuosas, que correm paralelas à margem do rio, há um refúgio espiritual... |
10.11.08 | DONA GRAÇA - S. QUIMAS
Durante todo o dia as portas da igreja permaneciam abertas para as orações dos fiéis, que se encaminhavam para ali tanto para as suas preces quanto para as missas... |
10.11.08 | CHÃO DE PREGOS EM BRASA - CLÁUDIO B. CARLOS
ERA um chão de pregos em brasa. Na medida em que corria, os pregos cravavam nas solas descalças dos meus pés, que já estavam que era uma ferida só... |
03.11.08 | ENCONTRO FORTUITO - S. QUIMAS
Encontraram-se ali, dentro de um elevador.
Nunca antes haviam-se visto. O encontro fora fortuito, pois casualmente tinham permanecido além do expediente com o fim de concluírem tarefas inadiáveis. |
03.11.08 | O RATO - CLÁUDIO B. CARLOS
Há meses vinha sentindo o seu cheiro azedo nas paredes de tábua e nos móveis, há meses vinha escutando o barulho das suas patas no sótão... |
26.10.08 | ERÓTICO COUNTRY - S. QUIMAS
Sempre foi um moleque levado, desses que nem o capeta segura. Rodava pela fazenda só realizando trapalhadas... |
26.10.08 | BALADA PARA ADONAI MELLENDEZ - CLÁUDIO B. CARLOS
Acordara doído. tivera o sono entrecortado em sobressaltos, como que dividido em capítulos. antes mesmo de lavar o rosto, fora à geladeira: tomara um gole de cachaça amarga (doce companheira)... |
06.10.08 | O MOÇO - CLÁUDIO B. CARLOS
O moço já viu um taquaral em chamas? O moço já ouviu o barulho de um taquaral em chamas?... |
06.10.08 | INGENUIDADE - S. QUIMAS
Havia grande dose de ingenuidade em suas atitudes, portanto não se deve estranhar ter sido lograda tão facilmente pelo canalha que se apossou de todos os seus bens... |
29.09.08 | LILI DO ARLINDO - S. QUIMAS
Todo o dia lá vinha ela com aquele jeito faceiro, com a ginga própria de quem nasceu e se criou no samba. Fora entre todas, a mais bela mulata que o morro produziu... |
29.09.08 | O ESPETÁCULO - CLÁUDIO B. CARLOS
Triste espetáculo. O atirador de facas errou: acertou a faca na testa da partner, que presa à roda e girando... |
15.09.08 | A NOSSA SENHORA - CLÁUDIO B. CARLOS
Às vezes, aos fins de tarde (não recordo com que freqüência), uma vizinha velha nos trazia a Nossa Senhora. A santa pousava em nossa casa... |
15.09.08 | MORBO - S. QUIMAS
Sua mente percorria as ruas da sua solidão, ensimesmara-se consigo mesmo, pois não enxergava sua realidade, enceguecido por sua covardia... |
08.09.08 | O CAUSO DE DONA CUSTÓDIA - S. QUIMAS
Era um desses vilarejos do Interior, bem para lá de onde Judas perdeu as botas. Para que tenhamos uma melhor noção de quanto estava enfurnado, basta citar que do último arraial... |
01.09.08 | O PRIMO AGNES - CLÁUDIO B. CARLOS
Éramos crianças e não sei porque cargas-d’água brincávamos daquilo. Ou temo saber... |
01.09.08 | O SUICIDA - S. QUIMAS
Subiu o viaduto. Olhou para baixo com os olhos injetados. Num súbito movimento, atirou-se. Seu corpo tombou ao solo, espatifando-se... |
25.08.08 | A CORRIDA DE TÁXI - S. QUIMAS
O táxi havia parado no sinal e o homem no banco traseiro, advogado conhecido na cidade, batia com a ponta dos dedos de uma das mãos sobre a pasta de couro, demonstrado uma visível ansiedade... |
25.08.08 | O LUGAR CERTO, A HORA CERTA - CLÁUDIO B. CARLOS
falou: - sabe, estar no lugar certo, na hora certa?... |
18.08.08 | A GERINGONÇA - CLÁUDIO B. CARLOS
Deu entrevero de gente. Todos queriam ver o resultado de mais de trinta dias de trabalho. Foi um tal de cavouca daqui, cavouca dali... |
23.06.08 | O UNIFORME - CLÁUDIO B. CARLOS
ERA uma espécie de código. Se, por aqueles dias, me mandassem pôr o uniforme eu deveria saber do esperado inevitável. Acordaram-me cedo. Indicaram-me as roupas... |
16.06.08 | AS TIAS VELHAS, OS PRIMOS RUDES - CLÁUDIO B. CARLOS
TODOS ali ao redor da mesa grande, feita da emenda de três ou quatro pequenas: as tias velhas e os primos rudes que há tempos não via. As tias velhas com os resmungos lá delas e os primos rudes... |
Páginas:
1 | 2 | Voltar para Contos | Capa | Topo
|
|
|
|